quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Filhos de Scott Weiland usam roupas do pai



Os herdeiros do saudoso Scott Weiland vestiram peças de roupa icônicas usadas pelo pai em um novo ensaio fotográfico.

Lucy e Noah Weiland, de 15 e 17 anos respectivamente, foram fotografados por Randall Slavin na última semana. Enquanto a caçula usou o chapéu que o cantor usava quando era frontman do Velvet Revolver, o mais velho vestiu a jaqueta que Scott usou durante a era do disco Core (1992), do Stone Temple Pilots.


 Junto da imagem, o fotógrafo declarou:


" Noah e Lucy Weiland vestindo as roupas de seu falecido pai Scott. O vício faz mais vítimas além do viciado. O vício deixa muitas crianças para recolher os pedaços e serem fortes apesar da dor e do luto. Nunca nos deixemos esquecer dos ótimos artistas que perdemos e que nunca esqueçamos dos sobreviventes que continuam por aqui. Obrigado à Lucy e ao Noah Weiland por me deixar fazer parte disso. "




Fonte; tenhomaisdiscosqueamigos


Kurt Cobain: a única vez em que ele dividiu o palco com Courtney Love

Conforme o site Far Out Magazine relembra, a situação aconteceu em 8 de setembro de 1993, no show beneficente Rock Against Rape (algo como "Rock Contra o Estupro"), realizado no Club Lingerie, em Hollywood, nos Estados Unidos. Kurt e Courtney não estavam escalados para participar da atração, mas decidiram fazer uma apresentação surpresa para o público presente.


 Kurt Cobain, do Nirvana, foi casado com Courtney Love, do Hole, de fevereiro de 1992 até a morte dele, em abril de 1994. Apesar do tempo juntos, os músicos só dividiram o palco uma vez - e a performance foi gravada em áudio.


Outras atrações como 7 Year Bitch, Johnette Napolitano (Concrete Blonde) e Exene Cervenka (X) fizeram seus shows naquela noite. Porém, o grande destaque do evento ficou a cargo do casal.


De início, apenas Courtney Love subiu ao palco e tocou, em formato acústico, duas músicas do Hole: "Doll Parts" e "Miss World", que seriam lançadas posteriormente no álbum "Live Through This" (1994).



Depois, ela convocou Kurt Cobain para subir ao palco e o apresentou como "meu marido Yoko (Ono)". De forma profética, a musicista também comentou: "Assista com atenção, pois será a primeira e última vez que você verá isso acontecer".

O casal, então, tocou mais duas músicas: "Pennyroyal Tea", que sairia no álbum "In Utero" (1993), do Nirvana, semanas após o show; e "Where Did You Sleep Last Night?", cover do Leadbelly que ganharia uma versão no show da banda de Kurt Cobain no MTV Unplugged, no fim de 1993.



Fonte: whiplash







Nirvana: ouça as versões originais tocadas no Acústico MTV


Lançado em 1994, o MTV Unplugged In New York se tornou um dos discos mais icônicos da série de acústicos da MTV e também um clássico da discografia do Nirvana.


Os bastidores da gravação foram agitados devido à visão que Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic tinham do formato do show contrariando a MTV na escolha das músicas, deixando de fora hits como “Smells Like Teen Spirit” e “Lithium”.


Outro ponto que gerou desgaste entre as duas partes foram os artistas convidados para se juntar ao Nirvana no palco pois nomes não tão populares como os irmãos Curt Kirkwood e Cris Kirkwood, que formavam os Meat Puppets, foram escolhidos.


Na formação do Unplugged, a banda também contou com o guitarrista Pat Smear que havia entrado na banda para a turnê do disco In Utero e a violoncelista Lori Goldston.


Kurt Cobain fez do acústico uma possibilidade para homenagear ídolos e amigos, como os Meat Puppets que cederam as excelentes “Plateau”, “Lake Of Fire” e “Oh Me” e o The Vaselines com “Jesus Doesn’t Me Want Me For A Sunbeam”.


Os Vaselines já haviam sido homenageados pelo Nirvana com as regravações de “Son Of A Gun” e “Molly’s Lips” no disco Incesticide.


O líder da banda grunge também escolheu os ídolos David Bowie e o bluesman Leadbelly, que foram homenageados com duas versões que ficaram tão incríveis quanto as originais, “The Man Who Sold The World” e a trágica “Where Did You Sleep Last Night”, respectivamente.


Já era de se esperar que Kurt Cobain não aceitasse todas as cartas dadas pelo canal de TV e ainda bem que ele bateu o pé e seguiu seus instintos nos dando uma apresentação lendária que foi ar no dia 1 de novembro de 1994, alguns meses após sua morte.


Todos esses clássicos estão mais do que na nossa memória nas versões do Nirvana, mas agora chegou a hora de conferir as suas versões originais.


Vem com a gente, nessa lista!
















Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos










terça-feira, 17 de novembro de 2020

17 de novembro de 1966: Nasce Jeffrey Scott Buckley


Uma das maiories revelações e vozes dos anos 90 completaria 54 anos Jeffrey Scott Buckley, conhecido como Jeff Buckley, nasceu em Anaheim, 17 de novembro de 1966 , (faleceu em Memphis, no dia 29 de Maio de 1997) 

Embora  Buckley não faça parte da turma de Seattle é muito querido no meio alternativo, era grande amigo de Chris Cornell e de outros artistas  marcando uma geração de fãs e influência na música.

Exemplos como Tom Yorke (Radiohead)  Matthew Bellamy (Muse)

domingo, 15 de novembro de 2020

Eddie Vedder relembra “rivalidade” com Kurt Cobain

"Eu poderia ter concordado com algumas coisas que ele dizia", afirma o vocalista do Pearl Jam sobre líder do Nirvana

Faz algum tempo que nós contamos por aqui sobre como Kurt Cobain e Eddie Vedder tinham uma relação no mínimo curiosa.

Sabe-se que Kurt tinha um carinho por Vedder como pessoa. No entanto, ele “se sentia competitivo” com o Nirvana em relação ao Pearl Jam, pois as duas bandas vieram justamente da mesma cidade Seattle.

É claro que não temos como saber como Kurt pensaria hoje em dia, mas o fato é que Vedder falou sobre o assunto recentemente em entrevista ao programa de Howard Stern e esclareceu tudo (via Louder):





Danny Goldberg foi empresário do Nirvana nos anos 90 e há alguns dias lançou uma biografia sobre Kurt Cobain chamada Serving The Servant, em entrevista para uma rádio de Nova York (via Alternative Nation), quando foi perguntado a respeito de como Kurt enxergava Eddie Vedder, vocalista do Pearl Jam, e falou:


" É, ele gostava de Eddie Vedder pessoalmente. Não há dúvidas quanto a isso. Eddie era um cara que ele gostava pessoalmente, mas ele se sentia competitivo em relação ao Pearl Jam e queria que o Nirvana fosse a banda número um, sem dúvidas. "

 Eddie Vedder no Saturday Night Live. Ao fim do episódio, enquanto o elenco se despedia, Vedder abriu sua blusa para revelar um “K.” desenhado na sua camiseta, na altura do peito.

DAVE GROHL: “FOO FIGHTERS pode se converter em uma banda de death metal”


É isso mesmo. Dave Grohl afirmou que seu Foo Fighters pode se tornar uma banda de death metal a qualquer momento! O vocalista, guitarrista e líder do Foo Fighters, que ganhou fama mundial como baterista do Nirvana, se mostra orgulhoso da diversidade musical de sua banda, quando se trata de fazer discos. E ele tem tanta certeza disso, que recentemente disse que o Foo Fighters poderia se transformar  em death metal, ou, no extremo oposto do espectro, em um lastro de soft rock.

Frontman disse ainda que novo disco "Medicine at Midnight" é "para ser ouvido em uma festa no sábado à noite" Foo Fighters pode ir de “Death Metal a The Carpenters”


Porém, ao invés de se adaptar a uma “batida adulta suave” (ou death metal, nesse caso), sobre o próximo álbum da banda, décimo da carreira, Medicine at Midnight, Grohl disse: “Foda-se, vamos fazer um álbum de festa”.


Tais declarações de Grohl foram dadas à NME, em uma nova entrevista que aconteceu ontem, segunda-feira (9), depois que o Foo Fighters se apresentou no Saturday Night Live no fim de semana. O grupo lançou o primeiro single de sua gravadora, Shame Shame, no mesmo dia da aparição noturna na televisão.

Grohl comentou: “Como é nosso 10° álbum e 25° aniversário, decidimos anos atrás que queríamos fazer algo que soasse novo. Fizemos muitos tipos diferentes de álbuns, fizemos coisas acústicas, fizemos coisas de punk rock, coisas no estilo americano de mid-tempo. Temos muitos álbuns aos quais recorrer, então, você deve seguir nossos instintos”.


Porém, foi em uma conversa separada com a Sirius XM, que Grohl deixou escapar a pepita sobre a habilidade do Foo Fighters para death metal, ou para se tornar o tipo de banda de pop soft, liderado por Karen e Richard Carpenter nos anos 70.

“Honestamente, acho que somos capazes de quase tudo. Então, se colocarmos nossas mentes nisso, podemos nos tornar algum tipo de camaleão: uma banda de death metal ou sermos como os Carpenters. Então, só temos que decidir nos unir e tomar a decisão, tipo, ‘Tudo bem, para que lado queremos ir?… Em que direção vamos girar a roda?’. Dessa vez fizemos isso para fazer esse álbum festivo”, concluiu.


Fonte: roadiecrew

Eddie Vedder sobre Donald Trump

Vedder, admite que nos últimos meses “torceu” por Donald Trump. “Mas não adiantou” 

 “Até há poucos meses, torci pelo Donald Trump. Para que ele fizesse alguma coisa bem, para que eu mudasse de ideias”

Ele falou sobre o desempenho de Donald Trump nos últimos meses, período marcado pelo impacto da pandemia nos Estados Unidos.

Em entrevista ao maestro Keith Levenson, que este ano criou uma associação de caridade para ajudar os trabalhadores do meio da música que perderam o sustento devido à covid-19, Eddie Vedder disse sobre o ainda Presidente dos Estados Unidos: “Ele nunca teve qualidades que o redimissem. Mas nos últimos meses desejei que fizesse alguma coisa bem. Não quis que ele falhasse ao país. Não quis que, graças a ele, perdêssemos o nosso sustento. Estava mesmo a torcer por ele. 'Vá lá, resolve isto e eu até posso mudar de opinião'. [Quis] que ele salvasse o país de chegar ao ponto em que estamos. Estava a torcer pelo tipo. Mas não adiantou”.


Na mesma entrevista, Eddie Vedder falou sobre o adiamento da digressão de “Gigaton”, o álbum que os Pearl Jam lançaram este ano. “É um pesadelo. É por isso que estamos cá hoje, para falar dos técnicos e dos músicos mais pequenos. Nós [os Pearl Jam] temos muita sorte. Sem dar muitos pormenores, a nossa banda fez tudo o que pôde para poder continuar a pagar à nossa equipa”.


Pode ver aqui a entrevista de Eddie Vedder:


                                                                       

Fonte:  blitz.pt