quarta-feira, 30 de setembro de 2020

Primeiro show do Nirvana com 'Smells Like Teen Spirit' foi para conseguir dinheiro de gasolina para viajar e gravar disco

Em 17 de abril de 1991, Kurt Cobain, David Grohl e Krist Novoselic marcariam a história da música - embora, claro, não imaginassem na época. Naquele dia, o Nirvana apresentou ao mundo “Smells Like Teen Spirit,” o maior hit da banda e um dos denominadores do grunge.

 A banda se apresentou no OK Hotel, em Seattle. O objetivo do show era conseguir dinheiro o suficiente para financiar uma viagem de carro até Los Angeles para podrem gravar Nevermind, segundo disco deles e “local de nascença” de "Smells Like Teen Spirit".

Quando  Nirvana apresentou a faixa a primeira vez, ainda não era como conhecíamos. A letra não estava terminada, e mudou bastante até chegar à que conhecemos hoje. A guitarra, embora característica da música, ainda mudaria - ficaria mais acelerada e distorcida no futuro. Mesmo assim, é completamente reconhecível.

Poucos meses depois, "Smells Like Teen Spirit” transformou o Nirvananum hit. O clipe para a faixa, gravado em um ginásio, era extremamente popular na MTVe a faixa pulou para Billboard. 


“Pensei que seria só mais um corte de disco, mas o clipe fez a maior diferença,” relembrou  Dave Grohl, de acordo com o Louder Sound. “A gente fazia um show para 500 pessoas e tinham mais 500 ali. Ainda vivíamos na nossa bolha - na nossa van, nós três, a esposa de Krist, o cara que ajudava a gente e nosso empresário - e não parecia que nada estava diferente até o caos de um show. E começamos a perceber umas pessoas normais na plateia, e pensamos ‘Ah, talvez esse negócio de vídeo ajudou.’”


Em janeiro de 1993, Nervermind tinha vendido mais de 2 milhões de cópias, e tirou Dangerous, do Michael Jackson, do topo da Billboard 200.





                                                         Fonte: rollingstone.uol.com.br



Alice in Chains: "Black Gives Way to Blue" (2009)


Em 29 de Setembro de 2009, o Alice in Chains fazia um dos retornos mais improváveis da história.

Sem lançar um disco de inéditas desde o homônimo de 1995, a lendária banda Grunge parecia ter abandonado qualquer esperança depois que Layne Staley perdeu a batalha contra as drogas e faleceu em 2002.

Em 2004, os contratos com gravadoras foram oficialmente encerrados e o grupo que conquistou multidões nos Anos 90 estava oficialmente enterrado. Até que um desastre mundial — o tsunami daquele ano — gerou comoção dos membros sobreviventes (Jerry Cantrell, Sean Kinney e Mike Inez), que se reuniram para um show beneficente.

Aquele dia fez com que o trio percebesse que tinha mais a oferecer e, eventualmente, durante uma homenagem ao Heart no VH1 Decades Rock Live em 2006, William DuVall se mostrou a pessoa certa.


Continua após o vídeo:


Depois de recusar participar do mesmo reality show que ajudou o INXS a encontrar um substituto para Michael Hutchence, o Alice in Chains se encaixou perfeitamente com DuVall, à época frontman do Comes with the Fall, que já havia feito turnês com a banda de Cantrell e companhia.


Demorou, no entanto, para o grupo se firmar: foram diversos shows nos quais eles se recusavam a admitir que William seria o substituto de Layne, e reforçavam constantemente que eram apenas testes e que estavam só “se divertindo” e explorando opções.


Acontece que DuVall se destacava demais do resto. A capacidade do cara de dar sua própria identidade às músicas outrora marcantes na voz de Layne culminou quando eles finalmente fizeram um retorno triunfal: 14 anos depois, o Alice in Chains estava de volta para ficar com Black Gives Way to Blue.




1. "All Secrets Known" 
2. "Check My Brain" 
3. "Last of My Kind" 
4. "Your Decision" 
5. "A Looking in View" 
6. "When the Sun Rose Again"  
7. "Acid Bubble" 
8. "Lesson Learned" 
9. "Take Her Out" 
10. "Private Hell" 
11. "Black Gives Way to Blue"   

 A pegada Grunge continuou bastante forte, mas bastava ouvir os primeiros segundos da primeira prévia dessa nova fase — “A Looking in View” — para entender que os lendários músicos haviam incorporado novos elementos e que Jerry Cantrell estava tomando um papel mais frontal.

Tudo isso foi muitíssimo abraçado pelos fãs; mais ainda quando “Check Your Brain” chegou como primeiro single oficial e abriu os caminhos para uma sonoridade Stoner que voltaria a ser bem presente no também ótimo The Devil Put Dinosaurs Here (2013), que consolidou de vez essa “nova velha banda”.






Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos.com

Imagina o fim do mundo ao som de Radiohead


Realmente não parece que estamos tão longe do fim do mundo, mas… e se eu te dissesse que a trilha sonora desse momento final será Radiohead? Calma, não temos nada confirmado (ainda), mas esse vídeo no YouTube está imaginando justamente essa situação.

O canal l0user publicou um clipe que mostra várias imagens ao redor do mundo, tudo muito quieto, com exceção do hit “Exit Music (For a Film)” tocando de fundo, como se em um auto-falante que pode ser ouvido no planeta inteiro.


Entre neste mundo paralelo logo abaixo! (reditado por GR90S)









































Jeff Buckley imitando Eddie Vedder em “Hallelujah”


Vídeo traz Jeff Buckley imitando Eddie Vedder antes de gravar “Hallelujah”, momento foi registrado enquanto cantor estava em estúdio.

Não há dúvidas de que Jeff Buckley e Eddie Vedder são dois grandes nomes da música.

Enquanto Vedder está na ativa com o Pearl Jam e, inclusive, lançou neste ano um dos melhores discos da carreira da banda, Gigaton, o saudoso Jeff Buckley continuará em nossas memórias para sempre.

O maior sucesso de sua breve carreira foi a regravação épica de “Hallelujah”, original do icônico Leonard Cohen.


Segundo o Blitz Expresso, em 1993, um ano antes de lançar a faixa o artista aproveitou uma pausa nas gravações enquanto estava em estúdio acompanhado de produtores e amigos para protagonizar um momento maravilhoso.

Ele imaginou como seria se o líder do Pearl Jam, Eddie Vedder, também fizesse sua versão de “Hallelujah”. E ainda imitou o cantor cantando o grande hit “Jeremy”, presente no álbum Ten, lançado pelo PJ em 1992.


                              Jeff Buckley imita Eddie Vedder


Registro de Jeff Buckley, em 1993, imaginando como seria a gravação de Eddie Vedder cantando “Hallelujah”, e ainda, imitando o líder do Pearl Jam interpretando “Jeremy”.



Fonte: tenhomaisdiscosqueamigos.com



Kim Gordon: vídeo neo-noir de Sketch Artist

Kim Gordon  a música “Sketch Artist”,  foi do primeiro disco solo No Home Record. Além disso, a ex-integrante do Sonic Youth também liberou o vídeo da faixa.

Dirigido por Loretta Fahrenholz, o clipe mostra Gordon como uma motorista de um aplicativo de caronas chamado "Unter". Enquanto ela anda pela cidade de Los Angeles à noite com os passageiros - um deles interpretado pela atriz Abbi Jacobson, de Broad City - Gordon dispara olhares frios para pedestres.


No Home Record inclui oito faixas. Entre elas está a música “Murdered Out”, de 2016. As produções do clipe contaram com a contribuição de Justin Raisen, Shawn Everett e Jake Meginsky.


“Por que uma gravação solo? E, por que agora? Não sei, mas isso não teria acontecido sem a persistência de Justin Raisen,” anunciou Gordon em um comunicado à imprensa. “Morar em L.A. nos últimos anos parece ser como estar em casa, mas a transitoriedade desse lugar algumas vezes não me faz sentir isso.”


Antes de No Home Record se tornar o primeiro trabalho solo de Gordon pós-Sonic Youth, a artista tinha lançado três faixas em conjunto com Bill Nace. A dupla ficou conhecida como Body/Head. Eles produziram os discos Coming Apart (2013) eThe Switch(2018).


Para além da carreira artística, Kim Gordon abriu uma exposição solo de arte, “She Bites Her Tender Mind”, em Dublin, e “Lo-Fi Glamour”, em Pittsburgh.




Fonte: rollingstone.uol.com.br




Sonic Youth: As 10 melhores músicas de Kim Gordon


Existem poucos baixistas que tiveram tanto impacto na música como Kim Gordon, do Sonic Youth. Como membro fundador do inovador grupo de noise-rock, ao lado de Thurston Moore e Lee Ranaldo, Gordon se tornou um ícone do gênero para toda uma geração.

Muitas vezes confinada ao título de baixista, Gordon desafiou as convenções e tendências do mainstream, triunfando artisticamente.

Nos anos 1980, o Sonic Youth conquistou fãs fieis que aplaudiriam todos os movimentos anti-establishment da banda. Desde as músicas deliberadamente em confronto sonoro até a rejeição de muito dinheiro de longa data, o Sonic Youth era o símbolo do rock alternativo.


Em breve eles transcenderiam da realeza underground para sucessos populares, sem perder a identidade transgressora. É uma prova do compromisso da banda, mas também das proezas de Gordon.

Ela não apenas é liderou a banda, mas também manteve a determinação. Com 67  anos completos sendo inflexível e sem medo de tentar, listamos algumas das melhores músicas de Kim Gordon desde o Sonic Youth até a carreira solo, em homenagem à força criativa da artista.



























Fonte: rollingstone.uol.com.br















RHCP: Guitarrista irá lançar o segundo álbum do projeto Pluralone


Josh Klinghoffer, ex-guitarrista do Red Hot Chili Peppers, anunciou o primeiro álbum após sua saída da banda, em dezembro de 2019. Sob o nome Pluralone, o músico irá lançar I Don’t Feel Well no dia 15 de outubro (2020) pela Org Records.

O segundo trabalho de Pluralone já teve o primeiro single divulgado, “The Night Won’t Scare Me”, que você pode ouvir logo abaixo. O álbum irá suceder To be One WIth You, a estreia de Pluralone de 2019, um mês antes de sua substituição por John Frusciante no RHCP.


“Esse álbum foi feito durante umas experiências muito novas para mim”, disse o guitarrista ao lançar o single, “Eu espero que ele tenha capturado o que eu senti durante esse período.”


Ouça “The Night Won’t Scare Me” logo abaixo e em seguida veja a capa e tracklist do disco I Don’t Feel Well, que já está disponível na pré-venda neste link.




                                                Pluralone: I Don’t Feel Well







Fonte: wikimetal.com.br

Red Hot Chili Peppers: volta de Frusciante injetou ânimo na banda, diz Chad Smith

O baterista Chad Smith falou, em entrevista à Modern Drummer, sobre a volta do guitarrista John Frusciante ao Red Hot Chili Peppers. O retorno foi anunciado em dezembro de 2019, com Frusciante retomando a vaga que deixou uma década antes. Seu substituto, Josh Klinghoffer, não faz mais parte da formação.

Smith contou, inicialmente, que o Red Hot Chili Peppers já está trabalhando em seu novo álbum de estúdio, o primeiro com Frusciante desde "Stadium Arcadium" (2006). "Somos apenas nós quatro em uma sala, sem mais ninguém. Era para estarmos em turnê na Espanha agora,mas desde que os shows foram adiados até 2021, começamos a trabalhar no novo disco", disse.


O músico pontuou que o Red Hot tem se preocupado em compor músicas "edificantes e positivas", apesar do momento ruim vivenciado em todo o mundo, devido à pandemia. "Não pré-concebemos nada, compomos sempre sobre o que sentimos. Mas o que está acontecendo agora no mundo é muito pesado", afirmou.

Em seguida, ele destacou que a volta de John Frusciante à banda trouxe uma "injeção de ânimo" a todos. "Entramos e saímos das vidas um do outro desde 1988, e fazia 10 anos que não tocava com John, mas durante esse período, todos continuamos crescendo como músicos. É novo, mas é familiar. Ele mudou como pessoa e músico e será diferente, mas ao mesmo tempo, temos essa coisa de tocarmos e soar como a gente. Está tudo ali", disse.

                         


Por fim, ele comentou que sente gratidão por estar com as três pessoas que tanto ama reunidas em uma banda. "Às vezes é ótimo, às vezes não é tão ótimo assim, mas haverá algo novo que não existia antes - e eu amo isso. Isso e um pouco de café são as coisas que me fazem levantar pela manhã".

Em entrevista anterior, concedida no início deste ano, Chad Smith havia pontuado a diferença de se trabalhar com John Frusciante na terceira passagem dele pela banda. "Ele está mais ciente dos compromissos de uma banda, eu acho. Ele quer estar em uma banda de novo. Ele saiu e fez as coisas que queria fazer (em carreira solo). É o tipo de pessoa que quando coloca na cabeça que quer fazer alguma coisa, em uma forma muito específica, ele faz". afirmou




Fonte: whiplash.net



terça-feira, 29 de setembro de 2020

Alice in Chains: Em 29 de Setembro de 1992, era lançado "Dirt"


29 de Setembro de 1992 "Dirt' o segundo álbum de estúdio dos Alice in Chains, pela Columbia Records. 
Uma das obras primas do grunge, há 28 anos desde seu lançamento, temos clássicas como "Would?", "Them Bones", "Angry Chair", "Rooster" e "Down in a Hole"

Layne Staley estava sofrendo sob vício em heroína, letras pertubadoras com temática sombria e torturada ajudou a construir a obra dessa álbum.


É lembrado por muitos chainners como o magnum opus dos Alice in Chains, Dirt é habitualmente colocado em listas profissionais de melhores álbuns rock de todos os tempos!

A capa de Dirt traz uma imagem um tanto assustadora de uma garota meio enterrada na terra do deserto, a foto feita pelo fotógrafo Rocky Schneck.
Sendo que maioria dos fãs dos Alice in Chains acharam que fosse Demri Parrott, então namorada de Layne Staley, mas embora ela se pareça com Demri, a modelo real usada para a capa do álbum foi a modelo atriz Mariah O’Brien.


"Eu queria que essa capa tivesse uma atmosfera um tanto 'infernal'", diz Schenck, olhando para trás na imagem que ele e a diretora de arte do álbum, Mary Maurer, criaram. E para essa capa em particular, a banda realmente tinha algo muito perturbador em mente. "Foi ideia deles ter uma mulher nua meio enterrada no deserto", diz o fotógrafo, acrescentando ameaçadoramente: "Ela pode estar viva ou morta."


Em vez de filmar em um deserto real, Schenck optou por construir um em seu estúdio em Hollywood, para que pudesse controlar a iluminação. Ele pintou o cenário do céu, construiu montanhas em miniatura e o solo do deserto com núcleo de espuma e argila e deixou um buraco em forma de corpo no "solo" grande o suficiente para um modelo escorregar.

Todo mundo sempre pergunta se é Demri (Parrott) na capa do Dirt”, diz Schenck o fotográfo.


"Todas as minhas experiências com Alice in Chains foram ótimas, experiências de mudança de vida", diz Schenck. "Estou muito grato pelos momentos verdadeiramente brilhantes que tive com esses caras incríveis."   

- Rocky Schenck





A arte de Dirt foi feita por Mary Maurer (direção e efeitos), Doug Erb (design) e David Coleman (logotipo), enquanto a fotografia ficou a cargo de Rocky Schenck


𝓐𝓵𝓲𝓬𝓮 𝓲𝓷 𝓒𝓱𝓪𝓲𝓷𝓼 - 𝘿𝙄𝙍𝙏 💿

1. "Them Bones"
2. "Dam That River"
3. "Rain When I Die"
4. "Down in a Hole"
5. "Sickman"
6. "Rooster" Cantrell
7. "Junkhead"
8. "Dirt"
9. "God Smack"
10. "Intro
11. "Hate to Feel"
12. "Angry Chair"
13. "Would?"




 

Stone Temple Pilots: "Core" 1992



Há 28 anos lançado era Lançado "Core" em 29 de Setembro de 1992, albúm icônico para os apreciadores de rock alternativo, a banda veio da California e prontos para fazer parte da cena de Seattle, com um som mais focado ao "grunge" esse é o álbum de estreia da banda, rico em melodia e peso bem característico aos anos 90.

Contém hits como "Dead And Bloated", "Sex Type Thing", "Plush", "Wicked Garden" e "Creep" . Core é conhecido por fazer parte dos discos de ouro da era grunge.

O nome do título do album "Core",  se referia ao fruto proibido da história bíblica de Adão e Eva

 Letras profundas e com tema principal o lado obscuro e complexo da humanidade.




som intenso e emocional, Scott Weiland disse que o tema principal do álbum é que a humanidade é confundida, com canções como "Sex Type Thing" e "Naked Sunday" lidando com a injustiça social. "Sex Type Thing", segundo Weiland, trata do abuso de poder, do comportamento "machista" e da atitude da humanidade em relação às mulheres, tratando-as como objetos sexuais. em "Naked Sunday", segundo Weiland, "é sobre religião organizada. Sobre pessoas que dizem aos outros o que fazer e no que acreditar.


As letras de "Wicked Garden" tratam da perda da inocência e da pureza, enquanto "Sin" trata de relacionamentos "violentos e feios". A canção "No Memory", um interlúdio musical entre "Wicked Garden" e "Sin", foi escrita pelo guitarrista Dean DeLeo.





sábado, 26 de setembro de 2020

26 de Setembro de 1967: Nasce Shannon Hoon

Richard Shannon Hoon,  o saudoso vocalista dos Blind Melon faria 53 anos se estivesse vivo hoje,  Shannon Hoon, ganhou grande destaque na primeira metade da década de 1990 após  com  lançamento do single No Rain.

Nascido em Lafayette, Indiana ele cresceu na cidade vizinha de Dayton, Indiana com sua meia-irmã, Anna, e meio-irmão, Tim. Ele teria começou a usar seu nome do meio, Shannon, para evitar confusão com seu pai, que também foi nomeado Richard. No colegial, ele jogou futebol , lutou , e foi um saltador com vara . Influências musicais de Shannon incluiu o Grateful Dead , The Beatles , John Lennon e Bob Dylan . Depois de se formar McCutcheon da High School em 1985, Hoon juntou a uma banda de glam metal de local chamado Styff Kytten, que também contou com o guitarrista Michael Kelsey. Ele assumiu o papel de líder e vocalista da banda. Foi nessa época que ele escreveu sua primeira canção e chamou-lhe "Change". Ele também foi membro da banda Lafayette Mank Raiva, juntamente com David Lank e Darren Mickler, durante este tempo.


Shannon faleceu aos 28 anos e sepultado em Dayton, Indiana,  no dia 28 de outubro de 1995, dois meses após o segundo lançamento, ele foi encontrado morto no ônibus da banda, vítima de uma overdose de cocaína. Shannon tinha sérios problemas com a droga desde seus 17 anos.

Sua filha, Nico Blue Hoon, prestou uma homenagem ao vocalista, nascida apenas três meses antes da morte de seu pai, os outros integrantes lançaram Nico, um projeto que inclui demos e músicas que não entraram nos dois primeiros álbuns do Blind Melon. Dessa forma, os trabalhos foram encerrados.


Outros projetos

Glen Graham, Brad Smith, Christopher Thorn, Rogers Stevens se mantiveram unidos na maior parte do tempo e chegaram a criar novos grupos, como o Extra Virgin, Luma e o Unified Theory. Aliás, este último é composto por Smith, Thorn, Dave Krusen (Pearl Jam) e Chris Shinn.



Em 1985, Hoon, 18, deixou Indiana para Los Angeles. Em Los Angeles, ele se reuniu músicos Brad Smith e Rogers Stevens em uma festa. Smith e Stevens viu Hoon executar sua canção "Change" acusticamente e convidou Hoon para brincar com eles. Christopher Thorn e Glen Graham foram em seguida trazido para a dobragem, e em 1990 os cinco músicos decidiu formar cego Melão. A banda foi nomeado possivelmente por um período pai de Smith usado para descrever os stoners vizinhança; ou para Blind Melon Chitlin, um personagem de um álbum Cheech & Chong. Em 1990, os novos colegas de banda produziu uma fita demo com quatro músicas e, posteriormente, assinou um $ 500.000 contrato de gravação com a Capitol Records.



Em Los Angeles, Hoon amizade com sua irmã amigo de escola de Anna, Axl Rose . Rose convidou Hoon se juntar a ele no estúdio, onde sua banda Guns N' Roses estava gravando seus álbuns Use Your Illusion I e Use Your Illusion II (ambos lançados em 1991). Hoon cantou backing vocals em várias das faixas, incluindo " The Garden " e " Do not Cry ". Rose também convidou Hoon a aparecer no vídeo de "Do not Cry".



 Na sua lápide, foi inscrito um trecho da primeira canção que Hoon escreveu, "Change":

“  I know we can't all stay here forever
So I want to write my words on the face of today and they'll paint it "

(" Sei que não podemos todos ficar aqui para sempre

Então eu quero escrever essas palavras na face de hoje e eles irão pintá-las)
 











26 de Setembro de 1960: Nasce THOMAS ANDREW DOYLE



 Também conhecido simplesmente como Tad Doyle (Tad) Tad Doyle famoso por fundar a banda Grunge em 1988. nasceu na década de 1960 em Boise Idaho, filho de dois veteranos do exército em uma família de classe média baixa. Ele começou sua paixão musical e carreira aos 5 anos de idade, quando batia em caixas de aveia e latas de café tentando imitar seu irmão mais velho que tinha uma bateria. 

Seus anos de formação foram passados ​​primeiro aprendendo a tocar a Tuba Mi bemol na quinta série, que seu avô havia jogado no início do século XX. No entanto, a verdadeira paixão de Tad residia na bateria e na percussão.


Anos mais tarde, ele tocou em bandas de rock e punk rock da região antes de decidir se mudar para Seattle com sua banda H-Hour em 1986. Entre na história da banda TAD. 

Embora não seja tão popular junto com as lenda do grunge, a banda TAD sempre é mencionado,  no filme SINGLES (Vida de Solteiro)  de Cameron Crowe, lá fez uma participação, a música Jink


Em janeiro de 1988, logo após deixar a banda H-Hour, a banda na qual tocava bateria por muitos anos, entrou no Reciprocal Recording Studio com Jack Endino onde saiu as três primeiras canções que havia escrito solo.  “Ritual Device” , “Daisy”  e “Tuna Car” foram lançadas no primeiro dia 7 de abril daquele ano. 






Tad lançou seu álbum Sub Pop mais melódico com Butch Vig (da fama Nevermind) com 8-Way Santa de 1991 (o mais famoso deles), que gerou o single irônico "Jack Pepsi". A foto da capa original - um homem acariciando o peito de uma mulher - foi encontrada em uma venda de garagem e foi posteriormente removida quando a mulher em questão descobriu o registro e processou. Enquanto isso, Tad desfrutava de um crescente culto de seguidores, pela breve participação de Doyle na comédia romântica de Cameron Crowe (Singles). 


A banda recebeu uma oferta de um contrato com uma grande gravadora pela subsidiária da Warner Brothers, Giant, mas o baterista Wiede saiu do grupo antes que eles começassem a trabalhar em seu próximo álbum. Ele foi substituído por Josh Sinder, ex-punks hardcore The Accused, para a estreia de Tad em uma grande gravadora, "Inhaler" em 1993. Inhaler encontrou o TAD em turnê com o Soundgarden e Alice In Chains nos Estados Unidos e na Europa.










 

quinta-feira, 24 de setembro de 2020

RHCP: Blood Sugar Sex Magik (1991)

O ano de 1991 não começava muito bem para o Red Hot Chili Peppers, os membros remanescentes da formação original da banda, Anthony Kiedis e Michael Flea ainda sentiam muito a perda do companheiro da formação original da banda Hillel Slovak devido a uma overdose causada pelo excesso de drogas em junho de 1988. Em seu lugar no ano de 1989 haviam entrado John Frusciante para assumir as guitarras e Chad Smith para comandar a bateria. Ainda em 1989 a nova formação gravou o álbum "Mother’s Milk" que continha uma versão cover de "Fire" do Jimi Hendrix Experience ainda da época de Hillel no Red Hot.


Palavras não podem ser escritas para descrever a preciosidade desse álbum. Com um dos line-up mais moleques da década, o RED HOT CHILI PEPPERS veio em 1991 com sua pérola de funk-rock altamente voluptuoso "Blood Sugar Sex Magik". É uma história curiosa, em que o sucesso levantado pelo álbum desorganiza as ideias dos músicos e ameaça até a integridade da banda.


Neste álbum estão presentes todas as características que tornaram do Red Hot famosos a nível mundial: a energia primal do Punk Rock misturada com o Funk de James Brown e Sly & The Family Stone comandados pelo baixo swingado de Flea e pelo vocais cheios de groove de Anthony Kiedis, por sinal bastantes influenciados pelo balanço Funk que Hendrix costumava dar a algumas de suas apresentações.






Fonte: whiplash.net

Nirvana: Nevermind 1991

Nirvana em 24 de Setembro de 1991 há 29 anos atrás, era lançado o albúm que mudaria o rumo do rock, Nevermind o segundo de estúdio da banda foi o divisor de águas daqueles anos 90, sendo considerado aquele que "popularizou o grunge"   “Smells Like Teen Spirit” acabou se tornando um hino. 

O albúm deixou um enorme legado cultural, além de trazer de certa forma o rock alternativo para o mainstream. 

E não é enxagero dizer que isso é verdade, praticamente muitos conheceram o grunge atráves dele. (Não desmerecendo Ten do Pearl Jam. que pra mim é uma obra prima)

O bebê nadando atrás de uma nota de um dolar,  foi Robert Fisher diretor de arte responsável por uma das capas mais icônicas da história do Rock.

" Kurt queria a imagem de um bebê nascendo embaixo d’água. Antes da Internet você tinha que ir a uma livraria local para procurar livros de partos para tentar encontrar boas fotos. Foi isso que eu fiz. Mas, assim… era impossível fazer a capa de um disco com aquelas imagens. Eu não consegui achar nenhuma que fosse realmente boa e todas elas eram muito explícitas. "


 Spencer Elden, o garoto da capa de Nevermind, fotos tiradas por Kirk Weddle. Elas mostram um boneco sendo usado para testes

Robert explicou que era necessário colocar o nome do disco junto ao já clássico logotipo do Nirvana, e Robert explicou:

"Eu queria que a palavra Nevermind parecesse que está embaixo d’água e estivesse flutuando. Então eu imprimi a fonte e a coloquei em uma máquina de Xerox. Quando ela estava escaneando, mexi a imagem e isso fez as ondas. Aí eu escaneei novamente e mexi em outra direção. Foi assim que consegui a fonte cheia de ondas. Hoje em dia você vai para o computador e usa filtros e coisas do tipo, e as pessoas dizem que a fonte com ondas é meio cafona. Mas naquela época isso foi revolucionário, caramba! "



A foto traseira da capa de Nevermind é uma colagem feita por Cobain composta por pinturas de Dante Inferno, Chim Chim o macaco, e se você olhar bem de perto você achará uma pequena foto do Kiss, uma de suas bandas favoritas.






Soundgarden: Badmotorfinger 1991


 Badmotorfinger é um album que merece ser lembrado,o terceiro de estúdio dos Soundgarden, foi lançado em 24 de Setembro de 1991 pela A&M Records. Ele é amplamente conhecido por ser um dos álbuns menos grunge lançados em 1991 porque comercialmente foi ofuscado por Ten e Nevermind, 
(No mesmo dia que o NIRVANA lançou o disco "Nevermind" ) mesmo assim ele tem canções que ficam na mente da maioria, os três singles:

 'Rusty Cage', 'Outshined' e 'Jesus Christ Pose'. Eu diria que há muito mais neste álbum que pode ser visto e com tras outras execelentes canções como 'Room a Thousand Years Wide' podemos considerar que é um dos melhores álbuns daquela época, e continua sendo o melhor álbum da banda pra muitos fãs.

A faixa 'Rusty Cage', uma música speed metal com um final esmagador, ao cativante heavy metal / hard rock de mid-tempo influenciado por 'Outshined', ao lodo de metal fúnebre carregado de gritos de Chris Cornell em 'Slaves and Bulldozers' e Jesus Christ Pose .

Esta é uma tendência que continua ao longo do álbum ao apresentar músicas muito diferentes uma após a outra, bem como a natureza estranha das própria, Badmotorfinger rapidamente se revela como um álbum estranho.

Um dos melhores exemplos do que é este álbum é a já mencionada 'Jesus Christ Pose'. Em seus 6 minutos, ele não perdeu tempo em se estabelecer como um número seriamente frenético, com riffs semelhantes a thrash sobre uma batida de bateria semelhante e violenta e mais uma performance estelar de Chris. Ele nunca diminui seu ímpeto ou estabelece um gancho para o qual a mente do ouvinte pode retornar, fluindo sem esforço de um riff para o outro! Badmotorfinger é preenchido de um excelente trabalho de guitarra, com riffs que vão do heavy, doom, stoner e sludge metal, com alguns acenos de rock pesado, psicodélico e alternativo no estilo mais simples, groovier e barulhento que os riffs de guitarra às vezes assumem. 


A percussão é sempre apropriada e envolvente, variando desde o violento ataque aural testemunhado em 'Jesus Christ Pose' até um cronometrista que leva a banda adiante na rock 'Drawing Flies'. Os protagonistas são de bom gosto, emotivos e técnicos, e destacam a influência do rock clássico que ocasionalmente surge no álbum. E, claro, há o canto de Chris Cornell - o homem realmente é um dos maiores cantores de rock de todos os tempos, porque ele tem de tudo: um alcance vocal surpreendente de quatro oitavas, excelente capacidade emotiva e expressiva, atitude, personalidade e poder sônico absoluto. Ele também mostra uma versatilidade incrível, variando de um agourento e estrondoso alcance médio a lamentos ardentes e apaixonados e em várias músicas ('New Damage', 'Room A Thousand Years Wide', 'Slaves and Bulldozers') lançando gritos verdadeiramente confusos para ir com a música igualmente desequilibrada.

Outra coisa a recomendar é sua consistência; cada música, mesmo as menos populares e são bem recebidas perto do final do álbum, mas a psicodelia 'Searching With My Good Eye Closed', serve mais para prolongar a música por mais tempo do que o necessário (Opinião) 

Pelo conjunto da obra é Badmotorfinger é um grande trabalho, essencial para qualquer fangarden e não só do grunge, mas da história do rock!


#Badmotorfinger #29anos






terça-feira, 22 de setembro de 2020

Blind Melon: 22 de Setembro de 1992 era lançado o álbum de estréia

Blind Melon o álbum de estreia homônimo completou 28 anos, "Blind Melon" lançado em 22 de setembro de 1992 pela Capitol Records.  A famosa "No Rain" se tornou o primeiro single do Blind Melon, o  videoclipe é um dos clássicos nos anos 90, com a "Bee Girl" A garota abelha (o famoso clipe da abelinha) ela aparece sapateando no videoclipe de No Rain.

 O álbum que marcaria os Blind Melon, fez sucesso no mundo inteiro, atingindo as primeiras posições em diversos países, que ajudou a decolar a carreira da banda.

Aquele garoto cabeludo se chamava Shannon Hoon que um ano mais tarde ficou muito famoso.

Hoon junto com seus colegas que formaram uma banda que se tornou um fenômeno em pouquíssimo tempo.


No mundo do rock há muitos músicos que poderiam ter nos dado mais canções excelentes. Mas infelizmente a vida deles foi interrompida muito cedo e nos deixou apenas algumas músicas boas.
 Como é o caso de Shannon Hoon, vocalista do Blind Melon, quue faleceu com apenas 28 anos.

Hoon nasceu em Lafayette, Indiana em 26 de setembro de 1967 e gozava de grande prestígio entre os fãs da banda, principalmente entre o público feminino. Dois meses antes de morrer ele deixou Los Angeles onde morou por cinco anos e voltou para Lafayette com sua namorada Lisa Crouse, que estava com ele desde os 18 anos e com quem teve sua única filha, Nico Blue Hoon, nascida 13 semanas antes sua morte.

O primeiro álbum acabou vendendo mais de 6 milhões de cópias em todo mundo e levou o Blind Melon a ser uma das bandas mais populares e promissoras do mundo da música, e a banda mostrou que o álbum é muito mais profundo que o single mais conhecido "No Rain".



As faixas selecionadas para se tornarem vídeo clipes foram várias, sendo elas "Tones of Home"," I Wonder", "Dear OI' Dead" e "Change", levando a banda a um reconhecimento muito grande pela exibição desses vídeo clipes em canais de televisão.

O disco tem ao todo 13 canções em sua composição original, e mistura diversos gêneros,mas sendo conhecido como um álbum de rock alternativo e folk rock, gêneros que na época não estavam em tanta evidência, e muitos enquadravam a banda como fazendo parte do movimento "Grunge" pelas vestimentas e estilo dos membros.


O primeiro trabalho do Blind Melon é até hoje considerado atual e conceitual, e diversas músicas presentes no álbum como "Holyman", "Drive" e "Time" fizeram um grande sucesso mesmo sem fazer parte da seleção de singles de divulgação, mostrando o como o disco é recheado de ótimas faixas e potenciais clássicos para a carreira da banda. O Blind Melon apesar de só ter lançado dois discos de estúdio gravados por Shannon Hoon, que veio a falecer em 1995 com apenas 28 anos conseguiu uma incrível coleção de músicas em seu primeiro trabalho e aquela expressão de ouvir um disco de cabo a rabo e amar todas as músicas presentes no trabalho está muito vivo no Blind Melon.

Com um estilo vocal único e instrumental bastante refinado a banda chamou a atenção de todos e seu primeiro trabalho é explorado até os dias atuais, Shannon Hoon tinha uma grande criatividade para a criação das canções e a alegria que as faixas eram produzidas e com a junção com ótimo instrumental levou a banda ao Mainstream.

No final fica aquele gostinho de quero mais pela banda que infelizmente teve uma carreira curta, lembrando que a banda ainda esta na ativa com um novo vocalista "Travis Warren", mas que mantem o projeto vivo pelo legado de Hoon, e mais uma vez perdemos um grande talento pelo abuso de drogas, uma grande pena não só para todos os amantes do rock mas também pela música em geral.









segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Melvins: Sobre o album "Holdini"

21 de setembro de 1993,  27 anos "Holdini" quinto álbum dos Melvins era lançado, pela Atlantic Records. O disco marca a estréia da banda em uma gravadora grande, após ter lançado todos os álbuns anteriores pelo selo independente Boner Records.

Os Melvins não é apenas uma banda diferenciada da turma de seattle na maioria dos sentidos, mas também tem alguns albuns mais subestimados que não apenas ajudaram a definir gêneros, mas também experimentaram descontroladamente com eles. eu falo de "Holdini" é um sludge metal que se tornou clássicos para entender o "grunge". 


Foi co-produzido por ninguém menos que Kurt Cobain, que era um fã da banda. No entanto, não se deixe enganar pelo crédito, o envolvimento de Cobain foi supostamente mínimo. Drogas, envolvimento da gravadora, argumentos e mais, todos prejudicaram a criação do disco, mas não afetaram a qualidade, embora, em vez disso, essas imperfeições apenas adicionassem ao seu perfil e como a maioria do discos anteriores deos Melvins, "Houdini" não deve nada como, os Melvins foi contribuidores iniciais dos gêneros sludge and doom,  também se envolveu com grunge e metal alternativo, todos os quais podem ser ouvidos aqui em alguns lugares. 



O álbum foi muito bem recebido pela crítica e foi na época o álbum de maior sucesso comercial da banda, ganhando exposição na MTV (relevante na época), mas não foi bem recebido pelo mainstream como alguns outros artistas da época, é um campo esquerdo abordagem e som significavam que não era de forma alguma um álbum totalmente acessível para aqueles de fora da cena grunge / stoner da época.

" Houdini foi o primeiro álbum que gravamos pela Atlantic Records e com certeza foi o nosso disco mais vendido, embora não a ponto de eu poder bancar a compra de um Rolls[-Royce] ou algo assim! Ele aproveitou a onda em que vinha bandas como Nirvana e eu tenho certeza de que, se não fosse por isso, nenhuma gravadora grande teria se interessado por nós. Nós queríamos fazer um disco que não alienasse nossos fãs, mas queríamos fazer um que nos agradasse. Nós sabíamos também que não iríamos conseguir emplacar um disco de platina logo, entende? Fizemos algumas sessões com Kurt Cobain [produzindo], mas chegou ao ponto que ele estava tão fora de controle que nós tivemos que basicamente despedi-lo e cada um seguir seu caminho, o que é uma pena, pois eu acho que seria muito divertido. É claro que estou abstraindo o que poderia ter acontecido e eu não tenho muitas lembranças boas daquela época – o que aconteceu foi realmente trágico. Mas, ainda assim, muitas pessoas gostam deste disco – não é um dos meus favoritos, mas eu gosto de muitas músicas dele "


Um sinal de qualidade em um disco é como ele toca ao longo do tempo ou como envelhece, se você quiser. Houdini soa bem agora como no início dos anos 90, facilmente caindo nas coleções entre os fãs de bandas mais atuais, como Mastodon ou Orange Goblin. Outra marca próxima a este álbum seria sua capacidade de agir como o ponto de partida ideal para quem quer descobrir e explorar Melvins, já que captura a essência da banda e define perfeitamente sua carreira variada e não convencional que se seguiu.

Houdini é um álbum difícil de resumir, você tem que ouvi-lo para “entendê-lo” e você só o compreenderá totalmente quando o colocar no contexto da carreira e legado geral da banda, para simplificar, vá e confira tire-o por si mesmo e desabe pela toca do coelho que é Melvins.






Nirvana: 20 curiosidades sobre "In Utero"


 Em fevereiro de 1993, Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl, do Nirvana, foram até o estúdio Pachyderm, em Cannon Falls, uma cidade de Minnesota, nos EUA, para gravar seu terceiro álbum, batizado de “In Utero”. Lançado em 21 de setembro daquele ano, o disco completa 27 anos nesta sexta-feira.

Da última vez que o grupo, liderado por Kurt Cobain, havia pisado em um estúdio de gravação, o Nirvana ainda era uma banda desconhecida de Seattle. Agora, a pressão era outra. Existia uma absurda responsabilidade em fazer um trabalho à altura dos anteriores — "Bleach", de 1989, e "Nevermind", de 1991. Mas Cobain tinha um objetivo na cabeça: retornar com um som mais punk-rock, diferente de “Nevermind”, que alcançou novos fãs, mas soava “muito comercial” para o gosto do músico.


Ele recrutou o engenheiro de som Steve Albini — que trabalhou com os Pixies, Breeders, Jesus Lizard e outros artistas admirados por Cobain — e foi para as florestas do Minnesota em busca de criar um disco mais parecido com o da estreia da banda. O resultado foi “In Utero”, com 41 minutos de rock cru e descompromissado.


Em homenagem ao aniversário de 20 anos do disco, reunimos curiosidades sobre “In Utero”. Confira:


1. Antes de chegar ao título definitivo, o álbum chegou a se chamar “I Hate Myself and I Want to Die”.


2. Kurt Cobain chamou o produtor Steve Albini, do Shellac, para ajudá-lo a fazer um disco que soassem como Pixies, como ele sempre quis fazer. Albini produziu "Surfer Rosa", lançado pelo Pixies em 1988, e esse era um dos álbuns favoritos de Kurt.


3. O engenheiro de som, no entanto, não era um grande fã do Nirvana quando foi chamado para colaborar no projeto.


4. Ele aceitou o trabalho pelo valor de US$ 100 mil, recusando um acordo em que receberia pelos royalties do disco.


5. Albini mandava trotes para Eddie Vedder durante os intervalos de gravação.


6. Para comemorar o fim da gravação de “In Utero”, os membros da banda atearam fogo em suas calças.


7. O disco foi gravado ao vivo (ou seja, com todos os músicos tocando juntos aos mesmo tempo em estúdio) em 14 dias.


8. Temendo que o álbum soasse muito “cru” para a maioria dos fãs, o Nirvana chamou o produtor do R.E.M., Scott Litt, para “amaciar” algumas faixas para que ficassem mais radiofônicas.


9. O anjo alado na capa de “In Utero” era um manequim de plástico utilizado em aulas de anatomia. Kurt acrescentou as asas.


10. A colagem na contracapa do disco foi feita por Kurt em sua sala de jantar.


11. As redes de supermercados Wal-Mart e Kmart se recusaram a vender “In Utero” por conta da faixa “Rape Me” ("me estupre", em português) e pela imagem na traseira do disco.



12. “Heart-Shaped Box” ("caixa em formato de coração", em tradução livre) foi escrita em um closet após Courtney Love pedir ao marido que criasse um riff para uma de suas canções.


13. O título original da faixa era “Heart-Shaped Coffin” ("caixão em formato de coração").


14. Courtney deu a Kurt uma caixa em formato de coração para cortejá-lo em 1990. Em 1994, eles tinham uma coleção delas em sua casa.


15. Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl assinam a faixa “Scentless Apprentice”, algo raro no Nirvana, uma vez que Kurt escrevia a maioria das canções.


16. Kurt Cobain queria que o escritor beatnik William S. Burroughs estrelasse o clipe de “Heart-Shaped Box”.


17. O cara que interpretou Jesus no clipe da faixa entrou em colapso no set de gravação por conta de um câncer no intestino.



18. Kurt escreveu “Pennyroyal Tea” em 1990, originalmente para “Nevermind”, mas achou que a música era “demais” para o disco.


19. “Pennyroyal Tea” seria o terceiro single do álbum, mas a ideia foi cancelada após o suicídio do vocalista, em abril de 1994.


20. Kurt Cobain esperava que “In Utero” desafiasse o machismo que existe no mundo do rock.


Nirvana: A história da música "Smells Like Teen Spirit"


Uma nova forma de explicar como nasceu uma das canções mais icónicas dos anos 90 e rock,
10 de Setembro de 1991 se completou 29 anos desde o lançamento do single.

 Existe algumas versões diferentes sobre a criação da música. Drew Christie, da Kalakala Animation, fez um vídeo no qual explica como nasceu 'Smells Like Teen Spirit', 

Depois de vandalizarem um centro anti-aborto, Cobain e Hanna voltaram para a casa do primeiro, tendo este adormecido rapidamente.

A vocalista aproveitou a dica para escrever, numa das paredes, "Kurt smells like Teen Spirit" - em referência ao desodorizante Teen Spirit, usado por Tobi Vail, baterista das Bikini Kill e à altura namorada de Cobain.


A canção então nasceu de uma grande confusão feita por Kurt Cobain, ao achar que a frase "Kurt Smells Like Teen Spirit" [Kurt cheira a "Espírito Juvenil"], escrita em spray na sua parede pela amiga Kathleen Hanna, tinha algum significado revolucionário ligado ao anarquismo ou coisa do tipo, e na verdade, era apenas uma referência ao desodorante "Teen Spirit" usado por sua namorada daquela época, Tobi Vail.