sábado, 17 de dezembro de 2016

Dave Grohl reencontra garotinha de clipe do Nirvana 23 anos depois

Dave Grohl, o cara mais legal do rock, é daquelas pessoas que não conseguem dizer não para os fãs, ainda mais se for para um conhecido das antigas, como rolou nessa semana. Kelsey Rohr, de 29 anos, encontrou o vocalista do Foo Fighters e tirou uma foto com ele. Para quem não sabe, a moça é aquela garotinha que aparece vestida de Ku Klux Klan no clipe de Heart-Shaped Box, do Nirvana. Na época, ela tinha apenas 6 anos.

Não se lembra? Te ajudamos. Olha a pequenina aí:

Claro que, Kelsey registrou esse momento histórico e postou no Insta. Veja:

(Kelsey Rohr em Heart Shaped Box)

fonte: 96fmbauru.com.br





                                                                                                                                                

Ex de Andrew Wood detona Chris Cornell e reunião do Temple of the Dog

Ela acusa vocalista do Soundgarden de não cumprir promessas feitas quando a banda foi criada.

O Temple of the Dog acaba de iniciar a primeira turnê de sua carreira. Criada em 1990 como um tributo ao músico Andrew Wood (Mother Love Bone) que faleceu devido à uma overdose de heroína, a banda lançou seu primeiro (e único) álbum, homônimo, em 1991 pela A&M Records.

O grupo nunca havia feito turnês, contando apenas com breves reuniões que aconteciam em alguns shows do Pearl Jam e do Soundgarden — a última delas sendo em 2015. Isso mudou quando, este ano, a banda anunciou uma turnê norte-americana completa para comemorar os 25 anos de seu álbum.

As apresentações começaram agora em Novembro, e embora muitos fãs estejam contentes com o retorno dos caras, nem todo mundo está feliz com essa reunião. Uma dessas pessoas é Xana La Fuente, ex-namorada de Andrew Wood, que esteve com ele até sua morte em 1990.

Através de um post em seu blog, Xana disse que várias coisas na narrativa por trás da banda estão erradas. Ela afirma que, após a morte de Andrew, Cornell tomou posse de quase todos os pertences dele para doar para família e amigos sem autorização — pessoas que, de acordo com La Fuente, “viraram as costas para Andrew” quando sua situação não estava boa e venderam os itens.

A ex-namorada do músico também disse que, apesar dos membros do Temple of the Dog terem prometido que o lucro do álbum iria para caridade, isso acabou não acontecendo. Por fim, ela contou que não recebeu créditos de direitos autorais por contribuições na letra de “Times of Trouble”, do grupo.

Leia a publicação escrita pela moça, na íntegra, logo abaixo.

Essa manhã eu acordei com uma mensagem com o link de um dos primeiros shows do Temple of the Dog, você sabe – aqueles que muitas pessoas não conseguiram ingressos porque de algum jeito todas as pequenas pessoas foram mais uma vez ESQUECIDAS.

Eu pensei ‘Que beleza, aqui vamos nós’. Todo dia ultimamente eu recebo mensagens sobre essa turnê. Pessoas perguntando se eu tenho ingressos sobrando. Pedindo para me entrevistar e “falar sobre meus sentimentos”. Bem, eu estou cansada de tudo isso e eu só quero que ‘O Bigode’ [Chris Cornell] e sua péssima interpretação de uma música sobre MIM vão EMBORA. É ruim o bastante que ele nunca tenha me dado créditos pelas letras parciais que eu escrevi no refrão de ‘Times of Trouble’. Eu literalmente tenho prova disso em poemas com direitos autorais que me enviaram e que foram enviadas para mim por um amigo na cadeia. Ele é agora um escritor bem famoso e dono de uma revista.

Vamos parar pra pensar por quê as músicas do Temple of the Dog foram escritas. Elas não foram escritas para me consolar e consolar outras pessoas sobre a perda de Andy? Chris me deu uma fita K7 de canções e me disse ‘essas são sobre o Andy para você’. E então Jeff e Soney as ouviram quando eu as toquei na casa de Kelly e Peggy, lugar onde Jerry Cantrell e eu estávamos vivendo. Eles perguntaram sobre as músicas para Chris e foram gravá-las, com a promessa (quebrada) que todo o dinheiro iria para caridade. Isso, é claro, nunca aconteceu.

E pessoas me perguntam porque o chamo de bunda mole. É ruim o suficiente que ele pegou todas as MINHAS coisas, o caderno com as letras de Andy, e todas as coisas dele que estavam em um apartamento em que somente eu pagava o aluguel e todas as contas; ele [Andrew] não trabalhava há anos. Eu era a pessoa trabalhando por anos para ter certeza de que ele ficaria em casa escrevendo. Não era eu quem bebia com ele, não fumava maconha com ele e certamente não usava heroína com ele e, na realidade, eu tentei fazer todos esses caras incluindo Chris, Stone, Jeff, os ’empresários’ e sua ‘família’ ME OUVIREM e eles não ouviram. Fui eu a pessoa quem teve que chegar em casa e encontrá-lo após a overdose. Aquelas coisas eram minha propriedade e sim, nós deveríamos ter feito cópias de todas as músicas e todas as letras e tudo mais, mas os originais eram meus. Tudo o que ele vestiu, incluindo sua camisa dos Lakers fui eu quem paguei.

O Chris não tinha direito algum de dar todas essas coisas para a família dele. Tudo o que eles fizeram foi virar as costas e vender tudo. E não me faça nem começar sobre as mentiras e promessas de dinheiro e royalties. E se você é uma dessas pessoas de Idaho lendo isso, é obcecada por Chris, nunca esteve em Seattle e quer me dizer que você me acha uma vadia por falar mal do Pearl Jam ou falar pra mim ‘eles não te devem nada Xana’ então vá se foder e nem pense em deixar comentários bostas aqui pois eles serão deletados imediatamente. VOCÊ não sabe o que realmente aconteceu, mas eu sei.


Fonte: Matheus Anderle -07/11/2016

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Nirvana: quem deveria interpretá-los em um filme?

Poucas bandas causaram tanto impacto quanto o NIRVANA quando eles explodiram na cena do começo dos anos 1990. Liderado pelo frontman Kurt Cobain, e com os talentos do baterista Dave Grohl e do baixista Krist Novoselic, o NIRVANA revolucionou o rock com o “Nevermind”, álbum de 1991. Tragicamente Cobain cometeu suicídio em 1994, mas sua música e legado continuam vivos, tornando-os o assunto perfeito para uma produção das grandes telas. Mas quem deveria interpretar estes icônicos músicos em um filme? Nós achamos três fortes candidatos a membros do NIRVANA. Veja abaixo.

Joe Anderson interpretando Kurt Cobain

Fale sobre semelhança! O ator Joe Anderson é a imagem cuspida do grande frontman Kurt Cobain. Ainda que você possa ver Anderson em “The Grey” ou na série de TV “The River”, ele continua relativamente desconhecido, tornando-se um perfeito candidato à interpretação do enigmático Cobain. Com isso dito, a tarefa de interpretar um problemático gênio da música não é fácil, afinal, ele mudou a cara do rock para sempre.

Dave Grohl interpretado por Efren Ramirez

Além de ser um vocalista extremamente talentoso, Dave Grohl é um dos caras mais engraçados do rock. Ele sempre foi o membro mais jovial do NIRVANA, e continua a mostrar esse senso de humor como frontman do FOO FIGHTERS. Em adição a realmente ter as características faciais de Grohl, o ator de Efren Ramirez, de “Napoleon Dynamite”, definitivamente sabe levar o lado cômico do músico. [...].

Krist Novoselic interpretado por Jason Segel

A primeira qualificação para interpretar Krist Novoselic, de mais de 2 metros de altura, é que você precisa ser alto. E o ator de “How I Met Your Mother” Jason Segel, de 1,93m definitivamente cumpre o papel, além de ter uma semelhança física com Novoselic. Segel é conhecido por fazer papel de um cara grande e descordenado em vários filmes, e essa experiência vai ser bem útil, quando ele interpretar a cena em que Novoselic joga seu baixo para cima nos MTV Video Music Awards de 1992, só para vê-lo caindo de volta em sua cara.

FONTE: por Spencer Kaufman oudwire.com

sábado, 10 de dezembro de 2016

    12 álbuns para entender o grunge






Melvins - 10 songs (1986)

Conhecido como um dos primórdios do grunge O Melvins é uma das bandas que ficou conhecida mais pelo fato de ser mencionado como a grande influência do Nirvana (Buzz Osbourne e Dale Crover eram amigos de Kurt e Krist Novoselic.) Formado em 1985 em Aberdeen, mesma cidade onde nasceu Kurt Cobain, de fato, Dale Crover chegou a participar de formações iniciais do Nirvana. Mas o Melvins seguiu seu próprio caminho e atravessou os anos 90, construindo uma reputação de grande dignidade na indústria da música e no underground americano! O Melvins tocava um tipo híbrido de punk rock e heavy metal, bastante pesado e lento com óbvia influência de Black Sabbath. A banda também chamava a atenção pelos seus shows imprevisíveis. Em 1986 gravam o seu primeiro álbum na época em que Buzz Osborne na guitarra e vocal, Matt Lukin no baixo e Dale Crover na bateria. O disco, simplesmente chamado Ten Songs (gravado ao vivo em dois canais!) mas proporciona bons ruídos e um som totalmente sujo o estilo lento e pesado do The Melvins foi uma influência significativa no som grunge!



 
Beat Happening - Jamboree (1988)

Na fria e isolada Seattle existia um banda que simplesmente tocava e fazia um som sem preocupar em ganhar grande status na mídia, pois imagine que você esteja num bar e derrepente chegue uma pessoa e começe a cantar músicas como se estivesse bêbado ou fora de conexão, sim! o jeito totalmente descomprimissado de Calvin Johnson fez que o Beat Happening ganhasse respeito e grandes admiradores ( Supõe-se que este seja um dos álbuns favoritos de Kurt Cobain ) 
lançado em 1988 Jamboree é o segundo álbum esse disco rosa, considerado por muitos a obra-prima do grupo! Todas as músicas foram produzidas por Steve Fisk com a ajuda dos membros do Screaming Trees, Mark Lanegan e Gary Lee Conner (que toca um breve solo de guitarra em "Midnight a Go-Go")
Esse album pode servir de inspiração para aqueles que sonham em montar algum uma banda de rock.  Eu destaco as canções  ''Bewitched''  In ''Between''  e ''Cat Walk'' 





Superfuzz Bigmuff Plus Early Singles

A vida é uma faca de dois legumes. Sem Mudhoney não teria existido a onda de Seattle e talvez nem Nirvana nem Nevermind. Mark Arm sabe que pode ridicularizar pois ele já fazia parte da onda de Seattle muito antes dela virar piada. Como guitarrista e vocalista do grupo Green River, na metade dos anos 80, presenciou o nascimento das primeiras bandas lançadas pelo selo Sub Pop. E no Mudhoney foi um dos padrastos malvados do ''grunge''  Superfuzz Bigmuff Plus Early Singles
é uma compilação dos principais singles do Mudhoney, com os mais importantes clássicos dos precursores do estilo grunge. Destaque para a porreira  "Touch Me I'm Sick" Hate The Police (Cover dos Dicks)
e "Sweet Young Thing Ain't Sweet No More", considerada a faixa mais lenta, porém não perder a barulheira, A gritaria e o sarcasmo de Mark Arm continua :)




 Tad - Go's Balls (1989)

Quando o gênero conhecido como grunge é discutido, normalmente lembramos blabla "três grandes" da cena, ou seja, Nirvana, Mudhoney e Soundgarden. No entanto, uma das primeiras bandas a sair de Seattle - muito antes do termo ter sido cunhado - foram o Tad, efetivamente a criação de Thomas 'Tad' Doyle, seu líder era conhecido em todo o circuito local por ter jogado em várias bandas - principalmente como baterista - antes de começar seu próprio grupo, usou seus contatos bem para procurar recrutas de dentro e ao redor da área. O baixista Kurt Danielson havia tocado com Doyle tanto na mesma banda (Bundle of Hiss) como em outros grupos, e o baterista Steve Wied também era conhecido e respeitado entre os da cena local. Enquanto isso, o guitarrista Gary Thorstensen, nascido em Chicago, conhecia o nativo de Seattle e o fundador do Sub Pop, Jonathan Poneman, tendo brincado com ele na banda Tree Climbers, assim através de conhecimentos mútuos e um amor compartilhado da mesma música, Tad nasceu.
God's Balls (Bolas de Deus) mesmo que o nome do album pareça bastante estranho, atormentado até mesmo em alguns lugares. Ainda assim, esse album une todas as caractéristas cruas e psicoticas do gênero grunge e toda a raiva da época, Tad empregou uma variedade de implementos não convencionais durante a gravação É claro que o título do álbum God's Balls não ajudaram muito o caso deles.




  Temple Of The Dog(1991) 

Essa banda foi composta por músicos de Soundgarden e Pearl Jam. O álbum foi lançado em 16 de Abril de 1991 pela A&M Records. Foi uma homenagem a Andrew Wood, ex-vocalista da banda Mother Love Bone que faleceu devido à uma overdose de heroína, Fizeram parte desse projeto: dois membros do Soundgarden, o vocalista Chris Cornell (que conhecia Andrew, pois havia sido seu companheiro de quarto em Seattle) e o baterista Matt Cameron; dois ex-membros do Mother Love Bone, o guitarrista Stone Gossard e o baixista Jeff Ament; além de dois ainda desconhecidos amigos de Gossard, o vocalista Eddie Vedder e o guitarrista Mike McCready.O nome Temple of the Dog foi tirado de uma das músicas compostas por Andrew para o Mother Love Bone, chamada "Man of Golden Words". Destacam-se nesse disco algumas excelentes músicas como "Say Hello 2 Heaven" e "Reach Down" (ambas compostas por Chris Cornell quando soube da morte do antigo amigo), além da bela "Hunger Strike", onde Cornell e Vedder protagonizam um inesquecível dueto. 





  Babes In Toyland - To Mother (1990)

No tempo em que o punk rock predominava o universo masculino, eis que surgia o movimento Riot Grrl, esse gênero musical apareceu na década de 90 como também era uma resposta as atitudes e provocações aos machistas punk, (Incentivando cada vez mais  as mulheres a montar sua própria banda, com instrumentos pesados até então  inicialmente considerados masculino) O movimento Grrl ganhou força no início de 1990, liderado por  bandas como Bikini Kill e Bratmobile, Mas Babes In Toyland foi uma das bandas que mais representou o peso sonoro feminino. To Mother é um punk rock porreiro e isano que bebe da fonte grunge, com letras gritantes e muito pesadas até para uma banda masculina naquela época.
destaque para  ''Catatonic''  ''Mad Pilot'' e '' Laugh My Head Off'' 






Screaming Trees - Dust

Parecia que todo mundo começou a morrer na vida de Mark Lanegan. Primeiro foi Kurt Cobain, amigo do peito desde os tempos de ressacas puramente etílicas. Depois chegou a vez de sua mãe de criação. Em seguida outro golpe: Seu ídolo Jefrey Lee Pierce, Líder do Gun Club. No fim da adolescência,quando um acidente idiota (caiu bêbado de um trator e quebrou as duas pernas, um dos motivo que Mark cantando nos shows, fica o tempo todo parado) matando seus sonhos e ambições em ser jogador de basquete, Mark encontrou consolo no disco do Gun Club. Ouviu o blues punk de Jeffrey e resolveu entrar nesse negócio de rock & roll.
Em 1995 o Screaming Trees  ja era uma banda estabelicida heheh e ainda Mark tinha dois elogiadíssimos albuns solo no currículo, Mark conseguiu se aproximar de seu ídolo Jeffrey e os dois compuseram algumas músicas juntos, mas meses depois, aos 36 anos Jeffrey morreu de hemorragia cerebral. adivinhem o que fez Mark Lanegan? Sobreviveu e foi tentar ser feliz gravando Dust com seus companheiros de Screaming Trees, e Dust é um dos melhores disco deles a sair de seattle, desculpem o meu textão mas esse album tem uma história bem especial, e desde que cobain se despediu Mark lançou o Whiskey For The Holy Ghost, em 1994. Dust foi o melhor album desde a morte de Kurt. O guitarrista Gary Lee Connor, confudador do Screaming Trees tem tanto méritos quando Mark Lanegan pela beleza desse album, Todas as 10 músicas são muito boas! com destaque especial pra “Look At You” (escrita em homenagem à Kurt Cobain), “Dying Days”, que possui solo de guitarra tocado por Mike McCready (Pearl Jam).






































sexta-feira, 9 de dezembro de 2016



Riot grrrls

Por que as bandas femininas dos anos 90 viraram riot grrrls?

A palavra riot (tumulto, agitação) define também comícios que se tornan violentos, Grrrl nada mais é que girl,garota transformando em rosnado. A expressão, que poderia ser traduzida como garrotas do barulho, foi criada para batrizar um punk-grunge feminista nascido em oliympia,perto de seattle,em 1990.  Fundadora do movimento, a cantora e compositora Kathleen Hanna liderava o Bikini Kill, nascido de um grupo de discussão sobre problemas como assédio sexual, violência doméstica e desigualdade entre os sexos. Mais grunge (e mais famosas são as bandas L7 e Babes in Toyland.





   


    

  











quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Singles: Amor e grunge nos anos 90

Numa hilariante comédia romantica em que nos anos 90 o romance não estáva morto, mas éra difícil de encontrar! Singles (br / pt: Vida de Solteiro) é um filme que conta sobre o período da vida de um grupo de jovens de Seattle, que estão passando pelos problemas do início da fase adulta, como firmar-se em um emprego e claro no sonho de encontrar o amor. O filme foca uma juventude que vive de sub-empregos, que está entediada e incerta a respeito do seu futuro e como pano de fundo, Seattle e o movimento grunge durante o começo dos anos 1990, formando o conjunto do cenário musical com a juventude local que retrata exatamente a real Seattle dos anos 90 e foi a grande responsável pela explosão do grunge!

A trilha sonora de Singles foi lançada em 30 de junho de 1992 pela Epic Records e alcançou o topo das paradas três meses antes do lançamento do filme. A trilha sonora incluía músicas das principais bandas da cena musical de Seattle na época, como Pearl Jam, Alice in Chains, e Soundgarden. O Pearl Jam lançou duas canções na trilha sonora, "Breath" e "State of Love and Trust", e a canção do Soundgarden, "Birth Ritual", bem como a do cantor da banda, Chris Cornell, "Seasons", também aparecem. Paul Westerberg, do The Replacements, contribuiu com duas músicas e compôs a música-tema do filme. O Smashing Pumpkins também contribuiu com a canção "Drown".

A banda Nirvana, que havia tido um grande sucesso um ano antes com o multiplatinado álbum Nevermind, foi a única grande banda grunge da época a não aparecer na trilha sonora. Durante a produção, o Nirvana não era, ainda, celebridade nacional, mas, quando a trilha sonora do filme foi lançada, a canção "Smells Like Teen Spirit" da banda teve que ser cortada porque custava muito comprar os seus direitos.














Grunge em Seattle: Origem do movimento

Conhecida como o berço do movimento grunge. Foi aqui que, no final da década de 1980, surgiu esse estilo musical!
Às vezes chamado de Seattle Sound ou Som de Seattle, o grunge é um subgênero do rock alternativo, inspirado no rock punk e no heavy metal.
Seus precursores são os grupos Soundgarden e o Green River, sendo este último considerado o pai do movimento e a partir do qual, depois de sua separação, foram formadas as bandas Mudhoney e Mother Love Bone. Estas sim, verdadeiros ícones originais do novo som de Seattle! ( Não esquecendo que Ben McMillan líder do Skin Yard e Gruntruck tais essas bandas que ele participou tambem serviram de influência para toda uma galera grunge! )
Mas foi no início dos anos 90 de fato que o estilo musical decolou e ficou famoso pelas bandas locais Nirvana, Pearl Jam e Alice in Chains.
Concordo que o som do grunge é em parte resultado do isolamento de Seattle de outras cenas musicais
 “Seattle foi um exemplo perfeito de uma cidade secundária com uma cena musical ativa que foi completamente ignorada por uma mídia americana fixada em Los Angeles e Nova York.”
 Disse Jonathan Poneman, um dos lideres da Sub Pop.

AS BANDAS DE GARAGEM

O grunge em Seattle nasceu de uma geração jovem cheia de rebeldia!  
As músicas falavam das angústias humanas e das questões sociais com altas doses de sarcasmo. As guitarras têm uma influência do metal dos anos 70, mas a inspiração para as letras veio do punk.
A famosa gravadora independente Sub-Pop  foi a primeira a acreditar no movimento e manteve as gravações bem originais e cruas, como se fossem sons de garagem mesmo.
Mas depois da ascensão do grunge no cenário mundial as bandas originais assinaram contratos com gravadoras maiores e rebuscaram um pouco mais as gravações, perdendo um pouco da crueza original.
Foi então que o grunge se transformou no produto mais acessível comercialmente e o que estamos mais acostumados a ouvir nas rádios.


fonte: http://visiteseattle.com/grunge-em-seattle/

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Sim.. mas quem inventou o "grunge"?

Por: Wender Magno

Oficialmente Green River, é considerado o grande pai do movimento Grunge

Eis uma pergunta antiga, afinal quem inventou o grunge? Facto que a mistura de punk e heavy metal foi sintetizada em meados da década de 80 em seattle mas ainda não tinha um nome definido. O termo grunge originalmente significa, sujeira ou imundície descreve tanto no visual (cabelo desgrenhado,roupas velhas e folgadas) de bandas e fãs quanto o som distorcido das guitarras. Nessa época, ninguém podia imaginar que grupos tão anarquistas e barulhentos pudessem tomar conta do mercado pop mundial mas foi exatamente o que aconteceu a partir de 1991, O grunge se popularizou por causa do Nevermind, segundo album do Nirvana, (Tanta moral que derrubou Michael Jackson do primeiro posto da parada americana,) Nevermind foi um divisor de águas pois abriu espaço para outras bandas underground, como Pearl Jam e Alice in Chains. Mas o grunge começou com o Green River (de 83) e o Soundgardem (84), as primeiras do gênero a gravar para o selo indepedente de Seattle Sub Pop, que viraria sinônimo de grunge. Espalhando pela MTV para todo o planeta, o estilo extrapolou a música para se tornar um fênomeno comportamental, retratado no filme Vida de Solteiro (Singles, 1992) que mencionei aqui no blog. O grunge foi uma verdadeira febre no início dos anos 90, o estilo só começou a cair após o ''suicídio'' de Kurt Cobain, lider do Nirvana, em 94. mas, porém ele continua vivo com o Pearl Jam e Foo Fighters (criado pelo ex-baterista do Nirvana, Dave Grohl). Além de outros do cenário underground. Green river é oficlamente o pai do grunge,  ha outros que podemos considerar ''inventores'' como os primórdios dos Gruntruck, banda formada em 1989 em Seattle, Washington por Ben McMillan e Scott McCullum e seu som era descrito como grunge. 
Gruntruck, formação inicial clássica

O Green River Foi uma banda norte-americana, formada em Seattle em 1983, por membros que posteriormente formariam o Mudhoney e o Mother Love Bone e também membros do Pearl Jam, com Mark Arm do Mudhoney no vocal e Jeff Ament do Mother Love Bone no baixo. Em 1985 lançou seu primeiro álbum musical, Come on Down, tendo mais um álbum ao vivo e um outro de gravação em estúdio. A banda é tida como a precursora do grunge, tendo um som de guitarras sujas e um vocal geralmente irônico , sombrio e triste.